Relacionamento intrapessoal e egocentrismo – Trabalho feito

 

1.      Relacionamento intrapessoal

Relacionamento intrapessoal é a capacidade de integração do autoconhecimento, autodomínio, auto afirmação e a auto motivação. Esse relacionamento somado ao interpessoal resulta no conceito de inteligência emocional.

Esse conceito diz respeito à capacidade de se relacionar com suas próprias emoções e sentimentos. Ou seja, se refere ao autoconhecimento e a auto motivação de cada um de nós enquanto indivíduos e a como aplicamos estas ferramentas em nossas vidas.

Elementos essências da relação intrapessoal

Humildade – Para se perceber incompleto ou em processo de desenvolvimento permanente.

Persistência– Vontade de prosseguir rumo aos objectivos, apesar do cansaço, intempéries, dificuldades de qualquer natureza.

Resiliência – Capacidade de recomeçar ou prosseguir em direcção aos objectivos, o mais breve possível, após os infortúnios, quedas e erros.

Flexibilidade– Para enxergar possibilidades “diferentes”; capacidade de se adaptar em situações desconhecidas ou inesperadas.

Disciplina – Firmeza de propósito em relação aos objectivos, lembrando que “tudo que nos tira do foco é distracção”.

 Iniciativa– Capacidade de ser o primeiro a tomar decisões de forma proativa e não reativa.

 Motivação – Identificar “seus motivos existências nos aspectos pessoais e profissionais” (ideais, sonhos e desejos) que potencializem sua vontade e inspiração para se “auto motivar” (a motivação sempre é interna).    


Os perigos relacionados com o egocentrismo

Egocentrismo é o comportamento voltado somente para si ou tudo que lhe diz respeito, ou ainda, a incapacidade de diferenciar-se dos outros.  Em uma linguagem mais comum podemos designar o indivíduo egocêntrico como aquele que considera apenas a própria opinião como válida e que se vê como superior aos demais.

Dom Rafael continua dizendo que “O Amor é neste caso uma forma transferida de egocentrismo. Amamos fundamentalmente porque o objecto amado nos completa, nos satisfaz, integra-se na nossa personalidade como mais um elemento de realização pessoal.  O ser querido é um simples complemento do “eu”. É o amor, um bom álibi para que o nosso egoísmo se agigante.

Deste modo pudemos observar que o egocentrismo, tem uma parte positiva, segundo as palavras do Dom Rafael, contudo também o mesmo egocentrismo tem o seu lado obscuro, ou seja os seus perigos. Um dos perigos mais comuns das pessoas egocêntricas é o isolamento. Querendo dizer que as pessoas egocêntricas na sua maioria ficam isoladas evitando conversas com as suas amizades e procurando ficar na solidão. Geralmente, o egocêntrico oprime e afasta outras pessoas, se considerando auto-suficiente para lidar com os seus problemas e com o seu estio de vida.

ü  Alguns dos perigos relacionados com o egocentrismo são:

ü  Não possuir empatia, ou seja, não se colocar no lugar do outro e não ajudar as pessoas;

ü  Necessidade de se sentir o centro das atenções;

ü  Não reconhecer os próprios erros e sempre colocar a culpa em alguém;

ü  Se preocupar excessivamente com a própria imagem;

ü  Necessidade de aprovação e de elogios constantes;

ü  Dificuldades para ouvir e aceitar as opiniões de outras pessoas;

ü  Dificuldades para trabalhar em equipa;

ü  Ter hábito de mandar nas pessoas;

ü  Necessidade de controlo;

ü  Não aceitar contrariedades;

ü  Ter pouquíssimos amigos.

 



3.      A reciprocidade na vida familiar

Reciprocidade significa dar e receber, por isso, no amor a reciprocidade significa que o amor é correspondido. A reciprocidade é uma característica essencial na amizade e nos relacionamentos amorosos assim como na vida familiar. Podemos verificar isso com uma linda mensagem de amor que diz “O amor de família sempre será recíproco. E acho que é isso o que constitui a sua verdadeira beleza”.

Que elementos são esses? São elementos que vão desde os grandes sonhos, projetos, visões, ideias e ideais compartilhados até os pequenos “nadas”que fazem a diferença, ou seja, um olhar, um sorriso, uma palavra, um toque, um abraço, um gesto, um cumprimento ou qualquer outra manifestação que exprima para o outro a certeza de que ele tem valor e de que alguém reconhece isso. Esses pequenos “nadas”são as sementes dos grandes gestos de apreço, de solidariedade, de amor. São os conteúdos de uma autêntica educação dos sentimentos no caminho do bom, do belo e do verdadeiro.

Nas relações de um casal, na vida de uma família, no ambiente de trabalho, na sala de aula, no hospital, no convívio de um grupo de amigos, esses pequenos “nadas”são as fontes da coesão, da integração, do calor humano e de tudo o que nos dá a certeza de que não estamos sozinhos. Muitas vezes, quando um casal se separa, pensamos que sobrevirá um grande sofrimento na vida dessas pessoas, no entanto, frequentemente, elas nos passam uma impressão de alívio e até mesmo de certo conforto. Quando indagadas sobre a razão disso, é comum ouvirmos como resposta algo do tipo: “Só agora nos separamos, mas nosso casamento já havia acabado há mais de um ano.



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